TULIP sumariada

(1) O homem decaído, em seu estado natural, não tem capacidade alguma para crer no evangelho, tal como lhe falta toda a capacidade para dar crédito à lei, a despeito de toda indução externa que sobre ele possa ser exercida.

(2) A eleição de Deus é uma escolha gratuita, soberana e incondicional de pecadores, como pecadores, para que venham a ser redimidos por Cristo, para que venham a receber fé e para que sejam conduzidos à glória.

(3) A obra remidora de Cristo teve como sua finalidade e alvo a salvação dos eleitos.

(4) A obra do Espírito Santo, ao conduzir os homens à fé, nunca deixa de atingir o seu objetivo.

(5) Os crentes são guardados na fé e na graça pelo poder inconquistável de Deus, até que eles cheguem à glória.

J. I. Packer
In: O Antigo Evangelho

3 comentários:

  1. É difícil fugir do encadeamento lógico da TULIP. Nós tentamos isso na faculdade, mas é árduo contra-argumentar...
    Abraços!

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  2. Nani,

    Quando eu me converti, eu tinha duas convições. Uma a da absoluta incapacidade humana, que descobri por experiência própria. Eu simplesmente não conseguia "aceitar a Jesus". Quando, em lágrimas, fui a Cristo, sabia que fui arrastado.

    A outra, descobri na Bíblia, sozinho. Como ninguém me avisou que crente podia perder a salvação, apenas li a Bíblia e a segurança dos remidos foi cimentada "naturalmente" em meu coração.

    Quando ouvi falar das outras pétalas da tulipa, foi uma questão de tempo, pois se a pessoa crê na incapacidade humana e na segurança do crente, e for coerente consigo mesma, chegará aos cinco pontos com certeza.

    Em Cristo,

    Clóvis

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  3. Resisti por um bom tempo a TULIP. Aos poucos começei estudar o assunto, e terminei desistindo de tentar refutar esse ensinamento tão biblico.

    Ao analisar a epistola aos efesios fui radicalmente vencido pelas argumentações divinas,e por isso me alegro em Deus por tudo que diz respeito a minha salvação!

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"Se amássemos mais a glória de Deus, se nos importássemos mais com o bem eterno das almas dos homens, não nos recusaríamos a nos engajar em uma controvérsia necessária, quando a verdade do evangelho estivesse em jogo. A ordenança apostólica é clara. Devemos “manter a verdade em amor", não sendo nem desleais no nosso amor, nem sem amor na nossa verdade, mas mantendo os dois em equilíbrio (...) A atividade apropriada aos cristãos professos que discordam uns dos outros não é a de ignorar, nem de esconder, nem mesmo minimizar suas diferenças, mas discuti-las." John Stott

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